Pesquisar este blog

domingo, 24 de março de 2013

AUTO-IMAGEM DISTORCIDA



A insatisfação com o próprio corpo é um dos principais motivadores a levarem as pessoas a iniciar um programa de atividade física. A imagem corporal que a pessoa constrói  em relação a si próprio é influenciada por inúmeros fatores de origem física, psicológica, ambiental, cultural, entre outro.
A busca por um corpo “esteticamente perfeito” e a carência de uma cultura corporal saudável tem levado a população a ter uma auto-imagem distorcida de seus corpos. Induzir muitos homens e mulheres, atletas, ativos e sedentários a desenvolverem transtornos alimentares como a bulimia e anorexia, e também dismorfia, entre outros transtornos relacionados a auto-imagem.
O desagrado com a imagem corporal é um fator importante de risco para depressão e baixa auto-estima, pois é segundo Cosio, et al (2008) é um importante componente do complexo mecanismo de identidade pessoal, e refletem às influências estabelecidas dos ideais de corpo às expectativas e experiências, além da etiologia de sua manutenção.
Todavia, há como determinar um padrão corporal saudável, pois o estado nutricional expressa o grau pelo qual as necessidades fisiológicas de nutrientes estão sendo atendidas. A avaliação do estado nutricional deve ser rotineira como forma de manutenção da saúde. Pois diversos autores sugerem que uma das possíveis causas da subestimação poderia ser a negação do próprio estado nutricional.
A importância do conhecimento dos profissionais de Educação Física em relação aos transtornos alimentares e de auto-imagem é de extrema importância, devendo estar atento para não incentivar tais transtornos.
Estudos recentes citam a influência que os treinadores exercem sobre seus atletas, principalmente por meio de comentários relativos às suas formas corporais e como os educadores físicos se encontram em uma posição privilegiada na detecção da patologia pela proximidade com seus alunos (WEINBERG e GOULD, 2008).


Nenhum comentário:

Postar um comentário