Teorias Genéticas
A Teoria Genética propõem que todo o processo de envelhecimento, desde
o nascimento até a morte, é programado pelos nossos genes. Nessa teoria, o
tempo de vida, assim como outros acontecimentos ligados a idade, podem ser
controlados por um ou mais genes específicos positivamente ativos contribuindo,
de maneira independente, ou em associação com outros, para a longevidade. Até
agora os genes da longevidade não foram identificados. Contudo, essas teorias
sugerem que um ou mais genes ditam o envelhecimento celular dentro do núcleo
das células ou que certos genes são revelados ou reprimidos durante o processo
de desenvolvimento normal da vida. (SPIRDUSO, 2005: p. 19)
Teorias dos Danos
Essa teoria baseia-se no conceito de que as reações químicas que
ocorrem naturalmente no corpo começam a produzir inúmeros defeitos
irreversíveis nas moléculas. Danos químicos pequenos, mas diários, podem
ocorrer com o ar respirado, a comida ou outras substâncias ingeridas, fumaça de
cigarro ou produtos do metabolismo do próprio corpo. A sugestão feita pelos
proponentes desta teoria dos danos é que, se os danos químicos pudessem ser
minimizados, o processo de envelhecimento poderia ser retardado e as pessoas
viveriam mais. (SPIRDUSO, 2005: pp. 19-20)
Teoria do Desequilíbrio Gradual
A teoria do desequilíbrio gradual afirma que o cérebro, as glândulas
endócrinas ou o sistema imunológico começa a deixar de funcionar gradualmente.
Eles não só começam a falhar, como também podem envelhecer em ritmos diferentes,
produzindo um desequilíbrio entre os sistemas e também uma redução de eficácia
em cada sistema. Como o envelhecimento é mais aparente quando a integração e a coordenação complexas dos sistemas são exigidas para um funcionamento adequado,
muitos pesquisadores afirmam que uma teoria do envelhecimento geral pode ser
desenvolvida mediante uma melhor compreensão dos mecanismos de controle. (SPIRDUSO,
2005: pp. 21-22)
Embora as teorias genética, dos danos, do desequilíbrio gradual
(neuroendócrina e da auto-imunidade)
sobre o envelhecimento tenham sido
discutidas de maneira independente, quanto mais elas são estudadas mais elas demonstram-se não serem totalmente independente uma da outra. (SPIRDUSO, 2005: p. 22)
Imagem encontrada em: joaopaulomsouza.blogspot.com

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